O que é que as crianças têm que os adultos foram perdendo pelo caminho? A curiosidade sem filtro. A capacidade de se maravilharem com o vulgar. A disponibilidade para brincar sem hora marcada. Adélia Carvalho escreve sobre isto com a precisão de quem passou anos a trabalhar com crianças.
O livro funciona em dois registos ao mesmo tempo: para a criança, é uma celebração do que ela já é. Para o adulto que lê em voz alta, é um convite a lembrar-se do que significa ser criança, e a perceber tudo o que se perde quando se cresce depressa demais.
Ilustrado por Sérgio Condeço, publicado pela Nuvem de Letras em maio de 2021. Adélia Carvalho é autora de vários livros premiados e traduzidos.
Porque escolhemos este livro: Para as famílias que querem celebrar a infância em vez de a atropelar. O livro lembra, sem grandes discursos, que ser criança tem valor próprio, não é só um degrau a caminho de outra coisa.
Idade recomendada: 4 a 8 anos
O que é que as crianças têm que os adultos foram perdendo pelo caminho? A curiosidade sem filtro. A capacidade de se maravilharem com o vulgar. A disponibilidade para brincar sem hora marcada. Adélia Carvalho escreve sobre isto com a precisão de quem passou anos a trabalhar com crianças.
O livro funciona em dois registos ao mesmo tempo: para a criança, é uma celebração do que ela já é. Para o adulto que lê em voz alta, é um convite a lembrar-se do que significa ser criança, e a perceber tudo o que se perde quando se cresce depressa demais.
Ilustrado por Sérgio Condeço, publicado pela Nuvem de Letras em maio de 2021. Adélia Carvalho é autora de vários livros premiados e traduzidos.
Porque escolhemos este livro: Para as famílias que querem celebrar a infância em vez de a atropelar. O livro lembra, sem grandes discursos, que ser criança tem valor próprio, não é só um degrau a caminho de outra coisa.
Idade recomendada: 4 a 8 anos