Pais Suficientemente Bons

16,60 €

O título vem de um conceito de Donald Winnicott, pedopsiquiatra britânico que, nos anos 50, percebeu uma coisa que ainda hoje custa a aceitar: o objetivo da parentalidade não é a perfeição, é a suficiência. Um pai suficientemente bom não é o que nunca falha. É o que falha, repara, e continua.

Pedro Strecht traz este conceito para o presente, marcado pela pressão de desempenho constante, pela comparação nas redes sociais, pela ansiedade de ser o melhor pai ou a melhor mãe da turma. E defende que essa pressão faz mais mal do que bem, tanto aos pais como aos filhos.

É um dos livros mais reconfortantes que temos na loja. Não porque diga que podemos fazer menos, mas porque nos lembra o que já é, de facto, suficiente.

Porque escolhemos este livro: Para pais ansiosos que tentam fazer tudo certo e acabam esgotados a meio do caminho. Strecht devolve uma medida mais justa e mais humana do que é ser um bom pai ou mãe.

O título vem de um conceito de Donald Winnicott, pedopsiquiatra britânico que, nos anos 50, percebeu uma coisa que ainda hoje custa a aceitar: o objetivo da parentalidade não é a perfeição, é a suficiência. Um pai suficientemente bom não é o que nunca falha. É o que falha, repara, e continua.

Pedro Strecht traz este conceito para o presente, marcado pela pressão de desempenho constante, pela comparação nas redes sociais, pela ansiedade de ser o melhor pai ou a melhor mãe da turma. E defende que essa pressão faz mais mal do que bem, tanto aos pais como aos filhos.

É um dos livros mais reconfortantes que temos na loja. Não porque diga que podemos fazer menos, mas porque nos lembra o que já é, de facto, suficiente.

Porque escolhemos este livro: Para pais ansiosos que tentam fazer tudo certo e acabam esgotados a meio do caminho. Strecht devolve uma medida mais justa e mais humana do que é ser um bom pai ou mãe.