Um erro numa folha em branco. E depois outro. E depois mais um. Mas cada erro pode ser o começo de outra coisa. A mancha vira folha, a risca vira rio, o que parecia errado vira uma história diferente da que estava planeada.
Corinna Luyken é ilustradora e o seu traço tem aquela qualidade que parece fácil mas não é: imprecisa, humana, viva. A obra de estreia foi premiada na Feira do Livro Infantil de Bolonha em 2018. A inspiração veio do seu trabalho com crianças em escolas, onde percebeu que o maior obstáculo à criatividade é o medo de errar.
Um livro sobre arte, sobre criação, sobre a liberdade de recomeçar. E também sobre como tratamos os nossos próprios erros.
Porque escolhemos este livro: Porque numa altura em que se pede cada vez mais perfeição às crianças, este livro diz o contrário: o erro é o ponto de partida, não o fim. Lemos este livro ao Bernardo e ficámos nós próprios a pensar. Quando um livro infantil faz isso, é porque tem alguma coisa de especial.
Um erro numa folha em branco. E depois outro. E depois mais um. Mas cada erro pode ser o começo de outra coisa. A mancha vira folha, a risca vira rio, o que parecia errado vira uma história diferente da que estava planeada.
Corinna Luyken é ilustradora e o seu traço tem aquela qualidade que parece fácil mas não é: imprecisa, humana, viva. A obra de estreia foi premiada na Feira do Livro Infantil de Bolonha em 2018. A inspiração veio do seu trabalho com crianças em escolas, onde percebeu que o maior obstáculo à criatividade é o medo de errar.
Um livro sobre arte, sobre criação, sobre a liberdade de recomeçar. E também sobre como tratamos os nossos próprios erros.
Porque escolhemos este livro: Porque numa altura em que se pede cada vez mais perfeição às crianças, este livro diz o contrário: o erro é o ponto de partida, não o fim. Lemos este livro ao Bernardo e ficámos nós próprios a pensar. Quando um livro infantil faz isso, é porque tem alguma coisa de especial.