Há um momento perfeito e não se marca na agenda. Não é o aniversário, não é o Natal, não é nada que se possa planear. É o instante em que a luz entra de certa forma pela janela, ou em que alguém ri sem motivo aparente, e depois já passou. Este livro segue uma criança à procura desses momentos e mostra que eles estão sempre mais perto do que parecem.
É uma história sobre presença, sem usar essa palavra uma única vez. Fala do que se perde quando estamos sempre a pensar no que vem a seguir: o lanche que ainda não comemos, o dia que ainda não chegou. As ilustrações dão tempo ao leitor para parar também, o que é raro num livro para crianças.
Para os dos quatro aos oito anos. Bom para ler devagar, ao fim do dia, quando já não há pressa nenhuma.
Porque escolhemos este livro: Numa livraria cheia de livros com moral explícita, este respira. Não ensina nada à força. Só convida a parar dois minutos, e isso já é muito.
Há um momento perfeito e não se marca na agenda. Não é o aniversário, não é o Natal, não é nada que se possa planear. É o instante em que a luz entra de certa forma pela janela, ou em que alguém ri sem motivo aparente, e depois já passou. Este livro segue uma criança à procura desses momentos e mostra que eles estão sempre mais perto do que parecem.
É uma história sobre presença, sem usar essa palavra uma única vez. Fala do que se perde quando estamos sempre a pensar no que vem a seguir: o lanche que ainda não comemos, o dia que ainda não chegou. As ilustrações dão tempo ao leitor para parar também, o que é raro num livro para crianças.
Para os dos quatro aos oito anos. Bom para ler devagar, ao fim do dia, quando já não há pressa nenhuma.
Porque escolhemos este livro: Numa livraria cheia de livros com moral explícita, este respira. Não ensina nada à força. Só convida a parar dois minutos, e isso já é muito.