Esta árvore é minha. Não, é minha. Duas personagens chegam ao mesmo tempo à mesma árvore e nenhuma quer ceder. Discutem, argumentam, quase se zangam a sério, até perceberem que a pergunta estava mal feita desde o início.
É uma história sobre disputas que todas as crianças conhecem bem, o brinquedo que é meu, o lugar que é meu, e sobre a descoberta, nada óbvia a essa idade, de que cuidar de uma coisa junto pode valer mais do que possuí-la sozinho.
Para os dos quatro aos oito anos. Ideal para quem tem irmãos, primos ou amigos com quem aprende, aos empurrões, a dividir.
Porque escolhemos este livro: Para as crianças que ainda acham que partilhar é perder. A árvore prova o contrário sem sermão nenhum, só com a história a acontecer.
Esta árvore é minha. Não, é minha. Duas personagens chegam ao mesmo tempo à mesma árvore e nenhuma quer ceder. Discutem, argumentam, quase se zangam a sério, até perceberem que a pergunta estava mal feita desde o início.
É uma história sobre disputas que todas as crianças conhecem bem, o brinquedo que é meu, o lugar que é meu, e sobre a descoberta, nada óbvia a essa idade, de que cuidar de uma coisa junto pode valer mais do que possuí-la sozinho.
Para os dos quatro aos oito anos. Ideal para quem tem irmãos, primos ou amigos com quem aprende, aos empurrões, a dividir.
Porque escolhemos este livro: Para as crianças que ainda acham que partilhar é perder. A árvore prova o contrário sem sermão nenhum, só com a história a acontecer.