O Lebrezinho Castanho quer mostrar ao Pai Lebre o quanto o adora. Estica os braços tão alto quanto pode. Salta tão alto quanto as pernas o deixam. O amor é daqui até o alto das árvores. Daqui até o rio. Daqui até à lua e mais além.
Sam McBratney escreveu este livro em 1994 e continua a ser um dos mais vendidos do mundo. Diz aquilo que os pais sentem e não sabem como explicar a uma criança de dois anos: que o amor não tem medida, e que sempre vai ser um pouco maior do que qualquer coisa que ela consiga imaginar. As ilustrações de Anita Jeram são suaves, com aquela luminosidade que parece luz de fim de tarde. É um livro para ler devagar, em voz baixa, antes de dormir.
Porque escolhemos este livro: É um clássico. Mas não está na Cont'Arte por isso. Está porque é o tipo de livro que se lê uma vez e fica. Fica na memória do pai que leu, fica na criança que ouviu, fica no ritual de antes de dormir que se repete durante anos. Há livros que se oferecem a bebés recém-nascidos. Este é um deles.
O Lebrezinho Castanho quer mostrar ao Pai Lebre o quanto o adora. Estica os braços tão alto quanto pode. Salta tão alto quanto as pernas o deixam. O amor é daqui até o alto das árvores. Daqui até o rio. Daqui até à lua e mais além.
Sam McBratney escreveu este livro em 1994 e continua a ser um dos mais vendidos do mundo. Diz aquilo que os pais sentem e não sabem como explicar a uma criança de dois anos: que o amor não tem medida, e que sempre vai ser um pouco maior do que qualquer coisa que ela consiga imaginar. As ilustrações de Anita Jeram são suaves, com aquela luminosidade que parece luz de fim de tarde. É um livro para ler devagar, em voz baixa, antes de dormir.
Porque escolhemos este livro: É um clássico. Mas não está na Cont'Arte por isso. Está porque é o tipo de livro que se lê uma vez e fica. Fica na memória do pai que leu, fica na criança que ouviu, fica no ritual de antes de dormir que se repete durante anos. Há livros que se oferecem a bebés recém-nascidos. Este é um deles.